Café Dumont

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Brasília, Brasil

Nosso projeto Café Dumont é conceitualmente inspirado no objeto do em “balão”, estabelecendo uma conexão com o pai da aviação, Alberto Santos Dumont – a quem esse café presta homenagem. Dumont começou sua paixão por máquinas através das máquinas de café de seu pai, Henrique Dumont, um dos maiores fazendeiro brasileiros de café do século XIX.

Vaults – Atelier Apparatus Architects

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Lisboa, Portugal

O escritório situa-se numa loja com frente de rua, no antigo Palácio Cruz Alagoa datado do séc. XVIII, em Lisboa.

Com o tempo, o palácio sofreu inúmeras alterações, incluindo a reconversão dos halls de entrada das habitações para uso misto de escritórios e lojas com entrada directa pela rua.

Antes do escritório ser convertido, o espaço era ocupado por uma livraria. No primeiro contacto com o espaço, sentiu-se falta das texturas e da riqueza do próprio edifício. O espaço tinha um tecto muito baixo, abaixo da altura das janelas, reduzindo bastante a incidência de luz natural.

Sentimos que algo estava errado de imediato com o tecto. Tínhamos de despir o espaço e deixa-lo cru. Debaixo do tecto descobriu-se vigas originais juntamente com vigas de aço de uma obra mais recentes, onde era possível ler a história do lugar.

Enquanto explorávamos referências e arquétipos existentes no palácio, intrigou-nos os tectos abobadados em tijolo encontrados nas traseiras, num antigo corredor que ligava o pátio até aos antigos estábulos.

Estas abóbadas eram a nossa resposta e era a história que queríamos contar.

Replicamos as abóbadas pelo tecto do atelier, manipulando-as de acordo com parâmetros específicos do espaço, como dimensões das mesmas, localização das vigas, disposição de portas e janelas, de forma a certificarmo-nos que tínhamos a máxima exposição solar possível no espaço.

Cabe ressaltar que o espaço se situa em um nível mais baixo que a cota da rua o que consequentemente faz com que as janelas altas revelem e destaquem o plano superior do espaço ao transeunte.

Depois de encontrar a solução ideal, o resultado foi concretizado através de artesãos e carpinteiros que tornaram todo o projecto semi-digital em realidade através de um processo completamente manual e artesanal.

Planta Baixa

Fotografia: Ricardo Oliveira Alves

Amor Records

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Lisboa, Portugal

De forma a representar a marca conceptualmente e de forma física, o projeto desenvolveu-se num sentido de juntar o som de discos brasileiros com o amor pelo vinil em Lisboa. O cliente pretendia que a marca misturasse referências da decoração de meados do século e o brutalismo brasileiro e ainda um toque tropical.

Situado num bairro histórico no coração de Lisboa, a luz natural estava maioritariamente na entrada e, tendo em conta o pé-direito generoso, a loja transmitia uma sensação de túnel. No entanto, era de ressalvar que o lugar tinha uma identidade muito vincada pela presença de alguns elementos como chão de pedra original e pelas vigas em madeira e teto de sobrado.

Conceptualmente, queríamos utilizar e salientar estas características originais, incorporando-as a nosso favor – o espantoso e antigo chão de pedra e a reduzida luz natural, combinados com o teto avermelhado, ilustravam e materializavam a identidade visual da loja. Para trazer o caráter brutalista para o projeto desenhou-se uma estante longa, feita através do aproveitamento de madeira outrora utilizada e vergalhões de ferro dobrados, que servem de mostruário de todos os vinis, merchandising e apoio para o jardim tropical. Estes elementos combinados criam uma atmosfera agradável e um ambiente que nos faz querer imergir na melhor loja de discos de sons do Brasil.

Programa

Renders: Tejo Collective